O Programa Nacional de Melhoramento Genético do Gir Leiteiro, que completa 24 anos, vai de encontro à nova realidade enfrentada pelos produtores de leite.
Hoje, a atividade leiteira exige um complexo ritmo de produção, composto por ferramentas de gerenciamento, planejamento e controle. Tal mudança alterou a rotina de trabalho das fazendas, o que demandou profissionalismo e competência.
Graças aos avanços na área da genética molecular, que possibilitou novas abordagens para o melhoramento animal, hoje é possível acelerar o ganho genético, que se traduz em ganhos econômicos.
Utiliza-se o mais moderno meio para a produção (leite, gordura, proteína e sólidos totais), por meio das avaliações genéticas.
As avaliações do modelo animal incluem as informações de seus ancestrais e suas progênies são incluídas por meio da matriz de parentesco entre os animais avaliados.
As informações das famílias das vacas são utilizadas com a inclusão dos registros de produção de todas as fêmeas ancestrais e descendentes. Na avaliação pelo modelo animal, todos os parentes identificados de um animal afetam a sua própria avaliação.
São várias as características que devem ser observadas para que seja estimada a capacidade genética de um indivíduo.
Para saber mais sobre o assunto, adquira o Documento 131 da Embrapa.
Por Bárbara Ferragini
Com informações do Documento 131 da Embrapa